Por trinta e três anos Jesus sentiria tudo que eu e você já sentimos. Ele se sentiu fraco. Seus pés doeram. Teve medo do fracasso. Era suscetível a mulheres sedutoras. Ficou resfriado, arrotou e partes do seu corpo cheiraram mal. Seu sentimentos foram feridos. Ficou cansado. E sua cabeça doeu.Pensar em Jesus por esse ângulo é... bem, parece irreverente, não é? Não é algo que gostamos de fazer; é incômodo. É muito mais fácil mantes a humanidade de fora da encarnação. Vamos tirar o esterco em volta da manjedoura. Limpar o suor do seu rosto. Fingir que ele nunca roncou, que nunca assoou o nariz ou que nunca acertou o dedo com o martelo...
Mas não faça isso. Pelos céus, não faça. Deixe que ele seja tão humano quanto desejava ser. Deixe que ele entre no meio da sujeito e da lama de nosso mundo. Pois somente se o deixarmos entrar é que ele poderá nos tirar dali.
(Trecho do livro Seu nome é Jesus, Max Lucado)
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