segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Jesus...


Por trinta e três anos Jesus sentiria tudo que eu e você já sentimos. Ele se sentiu fraco. Seus pés doeram. Teve medo do fracasso. Era suscetível a mulheres sedutoras. Ficou resfriado, arrotou e partes do seu corpo cheiraram mal. Seu sentimentos foram feridos. Ficou cansado. E sua cabeça doeu.

Pensar em Jesus por esse ângulo é... bem, parece irreverente, não é? Não é algo que gostamos de fazer; é incômodo. É muito mais fácil mantes a humanidade de fora da encarnação. Vamos tirar o esterco em volta da manjedoura. Limpar o suor do seu rosto. Fingir que ele nunca roncou, que nunca assoou o nariz ou que nunca acertou o dedo com o martelo...

Mas não faça isso. Pelos céus, não faça. Deixe que ele seja tão humano quanto desejava ser. Deixe que ele entre no meio da sujeito e da lama de nosso mundo. Pois somente se o deixarmos entrar é que ele poderá nos tirar dali.



(Trecho do livro Seu nome é Jesus, Max Lucado)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A sobrevivência da Igreja

 
"Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela."
Mateus 16.18


Muitas pessoas decidiram abandonar a igreja por causa de decepções e erros do passado. Porque gostariam de ver naquela comunidade de cristãos um grupo que expressasse perfeitamente o amor de Cristo, a santificação e o cuidado dele. 
 
O que muitos esquecem é que a igreja é formada por pessoas imperfeitas. E que só com paciência, oração, perseverança e o nosso próprio exemplo, podemos modificar, pouco a pouco, a realidade ao nosso redor. 

Jesus fez discípulos e deu o exemplo para o mundo. Ele não buscou discípulos perfeitos para formar um grupo perfeito. Muito pelo contrário. E, depois de morrer, ele ainda garantiu a esse grupo que conseguisse permanecer unido, com todos os defeitos e diferenças, a vitória espiritual sobre as hostes do mal. 

Muitas vezes somos chamados para resistir dentro de nossas próprias igrejas. Para sermos o sal que faz a diferença, limpa e conserva o ambiente. 

Em países de maioria muçulmana é comum vemos a igreja local se desfazer por causa da perseguição. Mas existem aqueles que entendem a necessidade de permanecer onde estão para ser luz do mundo e sal da terra.


Por Tsuli Narimatsu
Portas Abertas Brasil